Estão querendo tirar meu nome do samba Tirar meu tempo de bamba Dizendo até que eu já me despedi Mas ainda não chegou minha vez de ir embora Deixa essa gente É inveja que eles sentem Estão querendo acabar comigo de vez Eu não ligo, eu não sou freguês Vou ficar com meu samba osso duro de roer (Benito Di Paula)
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
quisera eu... segurá-lo em meus braços e impedí-lo de partir... dar-te o sopro da vida...
Não sou tão boa pra falar de estabilidade... os momentos estáveis são tão raros... torna-se complicado descrevê-los... Percebo que talvez esse desequilibrio esteja muito mais relacionado ao emocional... do que aos acontecimentos de fato...
"tenho os sentidos já dormentes"
Tento criar mecanismos para uma espécie de manutenção de meus impulsos... para que não haja o surgimento de novas dores... e para que as que se encontram instaladas não se acentuem.
"Sou meu próprio líder: ando em círculos Me equilibro entre dias e noites Minha vida toda espera algo de mim Meio-sorriso, meia-lua, toda tarde"
Por vezes sou apenas um corpo no mundo... um vazio agonizante me preenche... e sou incapaz de sentir a minha existência... sinto-me anestesiada... equilibrio distante.
"Existe um descontrole, que corrompe e cresce Pode até ser, mais estou pronto prá mais uma O que é que desvirtua e ensina? O que fizemos de nossas próprias vidas"
"E mesmo esta tentativa de responder-te por escrito ficará inconclusa, porque, também ao escrever, o temor e os seus efeitos inibem-me diante de ti"
"Era para mim incompreensível tua absoluta insensibilidade pelo prejuízo e dor que podias causar-me com essas palavras e opiniões; era como se não tivesses consciência do teu poder. Com segurança, eu também te feri com palavras minhas, mas então eu o sabia e isso me causava dor, mas não podia controlar-me, arrependia-me ao mesmo tempo que a dizia. Mas golpeavas com tuas palavras à direita e à esquerda, nada te inspirava piedade, nem nesse momento nem depois; diante de ti ficava-se inteiramente indefeso"
sábado, 22 de agosto de 2009
Digamos que estou passando por um período menos turbulento... com direito a balões e um rostinho sem expressão para ilustrar... rs...
Será que eu já posso enlouquecer? Ou devo apenas sorrir? Não sei mais o que eu tenho que fazer Pra você admitir
Que você me adora Que me acha foda Não espere eu ir embora pra perceber Que você me adora Que me acha foda Não espere eu ir embora pra perceber
Perceba que não tem como saber São só os seus palpites na sua mão Sou mais do que o seu olho pode ver Então não desonre o meu nome Não importa se eu não sou o que você quer Não é minha culpa a sua projeção Aceito a apatia, se vier Mas não desonre o meu nome
Será que eu já posso enlouquecer? Ou devo apenas sorrir? Não sei mais o que eu tenho que fazer Pra você admitir
Que você me adora Que me acha foda Não espere eu ir embora pra perceber Que você me adora Que me acha foda Não espere eu ir embora pra perceber
"Perambulou sem rumo fixo. O sol já se punha. Uma tristeza especial se apoderava dele nos últimos tempos. Não tinha nada de especialmente agudo ou azedo; mas emanava dele algo de constante, de eterno; fazia pressentir anos sem refúgio dessa dor fria, mortal; fazia pressentir toda uma eternidade num espaço de um archin. Essa sensação costumava afligi-lo com mais força ao cair da tarde."